Dica*

8 08 2008

Uma dica para todos aqueles que apreciam arte, seja ela de qualquer forma…neste caso a literatura!!!

O  catalão Francesc Miralles chega ao Brasil para o lançamento de Amor em minúscula. No livro, Miralles cria um personagem capaz de ligar os personagens-chave de uma maneira para lá de original.

Um gato de rua, que funciona como a linha usada por Teseu para escapar do Labirinto do Minotauro. É a ele que leitores se agarram para seguir os sonhos, ambições e frustrações dos heróis dessa história.

 

 

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Conheça algumas das obras de Oscar Niemeyer

5 08 2008





Duchamp, o visionário

18 07 2008
Difícil encontrar evento mais adequado para celebrar o 60º aniversário do Museu de Arte Moderna (MAM) do que a exposição Marcel Duchamp: Uma Obra Que Não é Uma Obra ?de Arte?. Além de lançar um olhar atento e iluminador sobre a obra de um dos artistas mais importantes do século 20, a mostra que será aberta hoje à noite para convidados e amanhã para o público é uma boa ocasião para refletir sobre alguns aspectos essenciais da modernidade, tema que a instituição pretendia acompanhar desde sua fundação. Aliás, poucos sabem, mas Marcel Duchamp desempenhou um papel curioso – mesmo que infrutífero – na elaboração dos projetos para a primeira exposição realizada pelo museu (leia nesta edição).

Concebida como uma parceria entre a instituição brasileira e a Fundação Proa, de Buenos Aires – para onde segue em novembro -, a mostra procura encontrar um equilíbrio entre a difícil tarefa de introduzir o pensamento de Duchamp (1887-1968) a um público amplo e a busca de uma visão capaz de elucidar o caráter muitas vezes contraditório e provocativo de seu trabalho. Lançando mão de uma certa organização cronológica e de uma cenografia curvilínea, que procura simular espacialmente o caráter cíclico de sua produção, estão dispostos ao longo da grande sala do museu aproximadamente 120 itens, que vão desde pequenos objetos até aqueles trabalhos considerados suas grandes obras-primas.

“Não vamos rebaixá-lo a uma versão light, mas também não desejamos uma opacidade total, compreensível apenas para um pequeno grupo de iniciados”, explica a curadora Elena Filipovic. Especialista em Duchamp, ela procurou colocar em destaque alguns aspectos importantes em sua trajetória, que ficam ricocheteando ao longo de sua trajetória. São como nichos ou constelações de idéias, entre as quais é possível citar a questão da perspectiva, a transparência, o erotismo, o consumismo, a reprodutibilidade, etc…

Transversalmente a todos esses fios condutores destaca-se o caráter bastante paradoxal dessa obra, que não raro espantou e afastou inclusive admiradores. Duchamp era alguém capaz de jogar por terra a noção de obra de arte (ao assinar objetos prontos, industriais; criando os readymades – objetos ?prontos para usar?; elevando reproduções ao status de objeto de arte ou subvertendo acidamente ícones como a Mona Lisa, a quem adiciona bigodes) e que ao mesmo tempo passou os últimos 20 anos de sua vida construindo escondido de todos, a “pintura viva” Etant Donnés: 1.º La Chute d”Eau; 2.º Le Gaz d?Eclairage, (Sendo Dados: 1.º A Cascata; 2.º O Gás de Iluminação). Definida pela curadora como “uma das obras de arte mais inusitadas e enigmáticas do século 20”, a instalação explora de maneira surpreendente as convenções da perspectiva ótica que ele tanto atacou.

Uma reconstrução aproximada da obra pode ser vista na exposição. Não se trata de uma réplica (como no caso dos readymades e de outras obras destruídas e recriadas por Duchamp), mas de uma reprodução virtual que recria a obra mas não a ilusão de que estamos diante dela. Etant Donnés, obra que se tornou conhecida apenas após a morte do artista, em 1967, encerra a mostra do MAM.

A exposição também tem um início preciso: o ano de 1913. É nessa data que Duchamp torna-se uma celebridade nos EUA, quando sua pintura Nu Descendo a Escada é exposta, com grande escândalo. Datam também desse período seus primeiros readymades – nome que adota apenas em 1915, quando muda-se para a América. Também são deste ano os primeiros estudos de La Mariée mise à nu par ses Célibataires, même (A Noiva despida por seus Celibatários, mesmo), também conhecida como O Grande Vidro.

Ponto de inflexão maior, mas não o único de uma carreira plena de avanços e retomadas. “Ele era um homem de ruptura, que mudaria a história da arte e sua própria arte, mas que vai sempre caminhar em círculos, numa espécie de turbilhão”, procura sintetizar Elena. O tempo todo, os limites são esfacelados. Duchamp ressignifica a noção de autoria ao dar a objetos banais o status de obra de arte; critica acidamente as instituições mas se envolve ativamente em importantes projetos curatoriais; ignora a importância da obra original ao reproduzir novamente seus próprios trabalhos e ao mesmo tempo dá a eles um estatuto novo ao criar suas célebres caixas, que ?repertoriam? todo o universo duchampiano. Numa espécie de síntese entre contrários, Duchamp constrói com uma mão o que destrói com a outra, questionando na prática as definições e limites da arte.





Obra em Processo

16 06 2008

Oi gente,

Confiram o novo site do Caetano Veloso. Muito bacana!

A concepção

“O ponto de partida foi desenvolver os tratamentos do ritmo de samba na guitarra elétrica, sugerido pelo modo como Pedro Sá cria “riffs” com sonoridades refinadas. As novas composições, em que comecei a trabalhar no verão em Salvador, serão concebidas tendo em vista esses experimentos rítmicos. Meu desejo é ir mostrando semanalmente o progresso desse trabalho. Não se trata, porém, de ensaios abertos. São shows.”

A seleção das músicas

“O repertório de uma noite nunca será idêntico ao de outra. Mas os números serão apresentados como números prontos para serem curtidos pelas platéias. Esse repertório inclui canções muito conhecidas e canções pouco conhecidas da minha carreira; canções de autores da história da música popular brasileira (mas não só) que se mostrem pertinentes ao projeto; canções do disco “Cê” (a banda existe por causa dele e essa assinatura tem de aparecer); e, finalmente, canções novas que são a razão de ser do projeto. Essas serão, digamos, duas ou três nas primeiras noites e deverão ir crescendo de número.”

O público

“Claro que conto com o interesse de um grupo, talvez pequeno, que acompanhará o progresso desse trabalho. Algumas pessoas podem voltar de vez em quando para ver como andam as coisas. Mas o público poderá ser predominantemente aquele que gosta de música e vai a concertos com freqüência.”

Novo CD

“No fim da temporada, já teremos o repertório para um novo disco, que seria gravado logo, talvez ao vivo, ali mesmo onde tudo foi se construindo. Mas isso não quer dizer que os últimos shows se comporiam exclusivamente do novo repertório. Um disco pode ter 10, 12 faixas; um show, 22 músicas. E nós não faríamos o novo repertório todo sempre. Apenas na(s) noite(s) de gravação (se decidirmos por gravar ao vivo) tocaríamos todo o novo repertório. Nas outras noites, teríamos sempre um show variado e animado, inclusive contando com a possibilidade de algumas das novas canções serem cantáveis pela platéia, a despeito do ousado teor experimental de abordar o samba com um trio de rock moderno. A decisão é ir, por esse meio, mais longe do que já fomos em “Cê”, na criação de um som novo e nosso.”

 

Não deixem de conferir!

 

Posts anteriores:

Para polícia, roubo de obras na Pinacoteca foi encomendado

Obras de Picasso, Segall e Di Cavalcanti são roubadas em SP

Guerra entre portais

 

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Quadros de Bob Dylan chegam a Londres

13 06 2008

Exposição traz obras feitas pelo músico durante viagens entre 1989 e 1992.

Pinturas e desenhos do compositor e cantor americano Bob Dylan serão exibidos pela primeira vez em uma galeria de Londres a partir deste sábado.

A exposição The Drawn Blank Series, na Halcyon Gallery, traz desenhos e pinturas feitas por Dylan durante viagens entre 1989 e 1992.

Acompanhando a exposição dos trabalhos originais na Halcyon Gallery, uma coletânea de pôsteres em edição limitada estará à venda em galerias selecionadas da Grã-Bretanha.

“Essa é uma oportunidade incrível de ver essa poderosa obra, que diz muito sobre a alma do artista”, disse Paul Green, presidente da galeria.

A exposição, entretanto, tem dividido os especialistas na Grã-Bretanha.

O jornal The Independent disse que os quadros “não tem palácios ou monumentos, apenas coisas que qualquer olho pode ver e sentir que faz parte delas”. Por isso, diz o crítico Michael Glover, a exposição “parece um hino de louvor à doce normalidade da vida.”

Já o crítico do Sunday Times, Waldemar Januscek, disse à BBC que só verdadeiros gênios conseguem ser bons em tudo e que os trabalhos de Dylan não são “tão bons”. “São interessantes, não chegam a envergonhar e poderiam ser piores, mas estão longe de serem ótimos”, disse Januscek.

As obras de Dylan foram exibidas pela primeira vez no ano passado na Alemanha.

Bob Dylan é um dos mais prestigiados e influentes compositores de música pop surgidos no último século. Ele já vendeu mais de 110 milhões de discos em uma carreira de cinco décadas.

Recentemente, Bob Dylan recebeu um prêmio Pulitzer por “seu profundo impacto na música popular e na cultura americanas, com composições líricas de poder poético extraordinário”.

Dylan entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 1988 e para o Hall da Fama dos Compositores em 1982.

Dylan’s Chronicles – Volume I, a primeira parte das memórias do músico publicada em 2004, passou 19 semanas na lista dos best sellers do The New York Times. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

 

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Obras de Picasso, Segall e Di Cavalcanti são roubadas em SP

12 06 2008

Três homens, um deles armados, invadiram a Estação Pinacoteca e levaram as obras que estavam expostas

 

 

Duas obras do pintor espanhol Pablo Picasso (1881 – 1973), uma gravura do lituano naturalizado brasileiro Lasar Segall (1891-1957) e outro quadro do brasileiro Di Cavalcanti (1897 – 1976) foram roubados, nesta quinta-feira, 12, na sede da Estação Pinacoteca, onde acontecem exposições do acervo da Pinacoteca de São Paulo. Segundo as primeiras informações, a ação foi cometida por três homens, um deles armado, que entraram sem máscara. As imagens foram gravadas pelo circuito interno de TV e a polícia pretende fazer um retrato falado dos homens.

 

‘Mulheres na Janela’, pintura de 40X49, de Di Cavalcanti, 1926

Três delegados e dez equipes da Polícia Civil acompanham as investigações no local. O Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) deve realizar uma entrevista coletiva no final da tarde desta quinta-feira, para dar mais informações sobre o roubo. Segundo estimativa de policiais, o roubo deve ter durado aproximadamente 10 minutos, por volta das 11h30. Três funcionários foram rendidos pelos homens. Os criminosos estavam com uma sacola, onde armazenaram as obras de arte. Depois disso, saíram. A polícia suspeita que pelo menos um terceiro comparsa tenha dado cobertura aos outros dois, na saída do local.

 

Segundo a polícia, as obras levadas foram: Mulheres na Janela (1929), o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti, O Pintor e seu Modelo (1963), gravura de Picasso; Minotauro, Bebedouro e Mulheres (1933), gravura de Picasso e Casal (1919), guache sobre cartão de Lasar Segall. A Estação Pinacoteca é um local de exposições da cidade de São Paulo, mantida pelo Governo do Estado de São Paulo. Fica localizada no centro da cidade, no Largo General Osório, no bairro da Luz, ao lado da Sala São Paulo e da Estação Júlio Prestes.

 

Casal, de Lasar Segall, guache de 1919

 

Segundo nota oficial da Secretaria Estadual de Cultura, as obras foram levadas por três homens armados que renderam os atendentes. Os quatro trabalhos têm um valor aproximado de R$ 1 milhão. A secretaria deve se pronunciar após a conclusão das primeiras investigações. O edifício da Estação Pinacoteca permanecerá fechado no resto do dia desta quinta e reabrirá na sexta-feira.

 

 

O prédio foi inaugurado em 1914. Antes de se tornar esse espaço cultural, o prédio pertenceu à administração da Estrada de Ferro Sorocabana. Durante o período da ditadura militar, o local se tornou sede do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), para onde eram mandados os presos políticos. Em dezembro do ano passado, três quadros foram levados do Museu de Arte de São Paulo (Masp). As obras levadas foram O Lavrador de Café, de Cândido Portinari, e O Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso. Na ocasião, quatro homens foram presos e chegaram a acusar o presidente do museu, Júlio Neves, de participar da ação. A polícia alegou que a afirmação dos suspeitos era para despistar as investigações.

 

 Minotauro, bebedor e mulheres, de 1933, de Picasso

 

 

O Pintor e sua Modelo, de 1963, Picasso

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De volta à casa de vila

20 05 2008

 

Em sua 22ª edição, a Casa Cor, montada na área de 6.500 m2 do Jockey Club, redescobre a dimensão humana e foge do que é impessoal

 

Jatobá centenário torna inesquecível a Prça Casa Cor, de Gilberto Elkis

 

A maturidade chegou à Casa Cor. Em sua 22ª edição, a mais representativa mostra de design de interiores do País entra na idade adulta cheia de planos, mas também consciente dos desafios. No entender dos organizadores, o momento é de crescer, mas sem perder de vista o DNA do evento. Mais especificamente, a aura de glamour e exclusividade das primeiras edições – diferenciais que pretendem reviver, em grande estilo, a partir de terça-feira, no Jockey Club de São Paulo, em Cidade Jardim.
“O conceito de bom gosto que queremos imprimir à marca Casa Cor é uma característica original da mostra, conquistada com competência por suas fundadoras Yolanda Figueiredo e Angélica Rueda”, afirma João Doria Jr., que acaba de assumir a presidência do empreendimento em sociedade com o Grupo Abril. Com investimentos da ordem de R$ 8 milhões, a primeira Casa Cor sob sua direção foi montada em uma área total de 6.500 m² e deve atrair um público de cerca de 200 mil pessoas.

Entre os projetos em pauta, além da ampliação do calendário de exposições, o licenciamento da marca para produtos de homeware, bem-estar e lazer: o primeiro deles, uma linha de aromatizadores, já estará à venda no local. “Além de lançar tendências, a mostra é um extraordinário impulsionador de vendas, com um público superior a 500 mil visitantes anuais”, afirma Doria.

Qual seria a estratégia para conciliar as metas de crescimento e a exclusividade de outrora? “Sofisticação em cada detalhe, do visível ao apenas perceptível”, explica Felipe Camargo, vice-presidente da Casa Cor. Ao que ele acrescenta: “Sofisticação hoje pressupõe simplicidade, atenção aos sentidos. Sem esquecer, claro, da importância da preservação ambiental”.

 

Uma vila no Jockey

Que não se surpreenda, portanto, quem, durante a visita, perceber cacaueiros estrategicamente posicionadas em meio aos 69 ambientes, projetados por 88 profissionais na mostra organizada este ano sob o tema “Vila de Casas”.

“Há tempos vínhamos detectando um desejo de voltar à vila. De redescobrir dimensões humanas, mais na escala dos moradores e longe da impessoalidade dos condomínios. O que não esperávamos era estar tão próximos de uma”, admite Camargo, referindo-se à pequena vila residencial no Jockey, exemplar típico de um padrão de ocupação urbana que alcançou seu apogeu na primeira metade do século 20 e que inspirou a montagem deste ano.

Tombados pelo Patrimônio Histórico e Cultural, cinco desses imóveis conservam a fachada original, mas tiveram seus interiores inteiramente reformulados. “Para adaptar a casa ao viver contemporâneo, optei por abolir divisórias, integrando quartos, sala e cozinha em ambiente único”, diz Brunete Fraccaroli, criadora da Casa Dourada, projeto que investe também no branco e no prata, algumas de suas apostas para a próxima estação.

 

A vez do paisagismo

No melhor estilo Casa Cor, novas construções, na forma de lofts e estúdios foram integrados ao conjunto existente, mas sempre de maneira planejada para não descaracterizar o padrão de implantação. Nesse sentido, o paisagismo é o ponto alto desta edição: à semelhança das antigas vilas, as praças, vistas não só como áreas de passagem, propiciam o convívio. Caso de “um lounge a céu aberto”, como preferem chamar Daniela Sedo e Carlos Marsi à Praça de Boas-Vindas – projeto da dupla que conta com dois ambientes, um para descanso e outro para encontros. Ou ainda sob a condição de espaço referencial na memória dos moradores, como propõe o paisagista Alex Hanazaki, no Pátio das Casas, que homenageia os 100 anos da imigração japonesa por meio de um jardim de 300 m², repleto de simbologias.

Não por acaso, a Casa Cor está mais agradável de ser percorrida: em meio à sucessão de espaços verdes, cascatas e espelhos d?água (um dos hits da estação), o visitante vai passar bons momentos ao ar livre, à sombra de jatobás, pitangueiras e flamboyants – algumas das espécies que compõem a vegetação local, vestígio de Mata Atlântica que não passou despercebida pelos arquitetos.

 

Natureza integrada

É o caso de Fernanda Marques, que integrou uma das árvores ao desenho de seu Estúdio 24/7; de Roberto Migotto, com a suíte emoldurada por exuberante paisagem; ou ainda de Francisco Cálio, querevestiu a fachada da Casa Viva com vasos de plantas, irrigados por um sistema de acionamento automático e ecologicamente correto. Sem falar dos inúmeros projetos que, por meio de grandes painéis de vidro, procuram trazer a natureza para dentro dos interiores. De forma literal, contam com paredes ajardinadas na sua composição ou ao menos um painel fotográfico, com referência ao tema.

Em sintonia com o espírito nostálgico da Casa Cor 2008, duas mostras fotográficas devem chamar a atenção: uma, enfocando a obra de Oscar Niemeyer, a cargo de Ruy Othake, com os momentos marcantes da carreira do arquiteto centenário; outra, em homenagem às idealizadoras da mostra, Yolanda Figueiredo e Angélica Rueda, que teve sua primeira edição em junho de 1987.

Trilha sonora ideal para embalar um evento desenhado para agradar aos olhos – mas também aos ouvidos -, perto da entrada, no Lounge Bossa Nova, de Débora Aguiar, o ritmo brasileiro por excelência – que está, a propósito, comemorando 50 anos de estrada -, vai servir de fundo musical para tardes à beira do piano, em ambiente inspirado na arquitetura moderna.

Respirem, portanto, aliviados: ao que tudo indica, a vida continua doce vista dos reluzentes espaços do Jockey Club paulistano.