Obra em Processo

16 06 2008

Oi gente,

Confiram o novo site do Caetano Veloso. Muito bacana!

A concepção

“O ponto de partida foi desenvolver os tratamentos do ritmo de samba na guitarra elétrica, sugerido pelo modo como Pedro Sá cria “riffs” com sonoridades refinadas. As novas composições, em que comecei a trabalhar no verão em Salvador, serão concebidas tendo em vista esses experimentos rítmicos. Meu desejo é ir mostrando semanalmente o progresso desse trabalho. Não se trata, porém, de ensaios abertos. São shows.”

A seleção das músicas

“O repertório de uma noite nunca será idêntico ao de outra. Mas os números serão apresentados como números prontos para serem curtidos pelas platéias. Esse repertório inclui canções muito conhecidas e canções pouco conhecidas da minha carreira; canções de autores da história da música popular brasileira (mas não só) que se mostrem pertinentes ao projeto; canções do disco “Cê” (a banda existe por causa dele e essa assinatura tem de aparecer); e, finalmente, canções novas que são a razão de ser do projeto. Essas serão, digamos, duas ou três nas primeiras noites e deverão ir crescendo de número.”

O público

“Claro que conto com o interesse de um grupo, talvez pequeno, que acompanhará o progresso desse trabalho. Algumas pessoas podem voltar de vez em quando para ver como andam as coisas. Mas o público poderá ser predominantemente aquele que gosta de música e vai a concertos com freqüência.”

Novo CD

“No fim da temporada, já teremos o repertório para um novo disco, que seria gravado logo, talvez ao vivo, ali mesmo onde tudo foi se construindo. Mas isso não quer dizer que os últimos shows se comporiam exclusivamente do novo repertório. Um disco pode ter 10, 12 faixas; um show, 22 músicas. E nós não faríamos o novo repertório todo sempre. Apenas na(s) noite(s) de gravação (se decidirmos por gravar ao vivo) tocaríamos todo o novo repertório. Nas outras noites, teríamos sempre um show variado e animado, inclusive contando com a possibilidade de algumas das novas canções serem cantáveis pela platéia, a despeito do ousado teor experimental de abordar o samba com um trio de rock moderno. A decisão é ir, por esse meio, mais longe do que já fomos em “Cê”, na criação de um som novo e nosso.”

 

Não deixem de conferir!

 

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